Este vídeo está a fazer furor no youtube. No dia 12 quando li a notícia, já ia com 2 milhões de visualizações. Hoje com tempo para ver o vídeo, já ia em +5 milhões! Um jovem, através de um poema, diz porque ama Jesus mas desdenha a religião. A polémica está lançada na caixa de comentários. E é assim nos dias que correm. Chegamos a um mundo que há apenas uma década era impossível imaginar... A discussão já não é só dele. É de todos aqueles que a quiserem tomar para si.
Como são maravilhosos os tempos que correm!
A noite que me deveria trazer descanso traz-me por breves momentos as notícias de um mundo que sendo distante, me está tão perto. A Líbia visitada por uma Clinton que timidamente celebra a liberdade, dois adolescentes britânicos presos quase ao juntar radicais na Somália, lucros de +80% da Apple que mesmo assim não vencem o luto na bolsa. Em Santiago do Chile a guerra campal pela educação pública gratuita. Por cá já se sabe a data da greve geral. Afinal as subvenções vitalícias também vão sofrer cortes e terminarão com uma geração que morrerá. As pessoas estão deprimidas. O Governo está comprometido. Há quem não veja a luz no fundo do túnel. Não consigo ver como não. Nunca foi mais clara nos últimos dez anos. Oxalá tudo corra como planeado. E que sindicalistas passados do prazo e juventude que já nasceu velha não sejam pedras num caminho mais que necessário e nunca tão bem mapeado. Sacrificar por um futuro de quem há-de vir será o meu legado. Com orgulho.
Ser Ministro nesta legislatura não será o mesmo que na anterior. Primeiro porque ter-se-á muito mais escrutínio nacional e internacional, também porque as expectativas são elevadíssimas e ainda serão abrangidos por medidas jamais vistas e pensadas para tal classe.
Dirão uns que se trata de algo com pouco impacto. Não o considero. Como sempre se diz o exemplo tem que vir de cima. E um exemplo que vem de cima tem um peso grande e representativo daquilo que realmente temos de fazer por um futuro responsável e produtivo.
Não mais se dirá que aos políticos não se pedem sacrifícios.
Não mais se dirá que só nós é que pagamos e que não é apenas a receita a pagar a factura da crise nacional e internacional. No pouco tempo que leva este Governo, são mais que claras as intenções no que toca ao corte a eito na despesa do Estado, algumas já concretizadas.
Ministros deixam de ter direito a carro para uso pessoal ou fora da agenda oficial, acabam os cartões de crédito para despesas de representação e passa a haver limites salariais para os requisitados. (...)
É com alegria, satisfação e sabendo que cumpri o meu papel o meu dever e servi Portugal que aqui termino oficialmente as séries Mudar e Passos para o Futuro.
Mais de dois anos a acreditar, a lutar, a aturar e a contra argumentar; numa corrida de fundo com mais de 15 anos! Fogo inimigo e mais ainda -fogo amigo.
Agora é tempo de trabalhar. É um elenco do qual espero imenso. Por mim, por vocês e pelo nosso Portugal.
Que tudo corra pelo melhor.
Parabéns a todos nós que por isto fizemos. E que quem esteja ainda na dúvida, tenha num futuro próximo a razão para também acreditar num horizonte de esperança e de melhores e mais justos dias.
Os meus melhores desejos para todos os novos grupos parlamentares que em breve estarão ao leme desta grande nação.
Deus assim queira.
Primeiro Ministro – Pedro Passos Coelho
Ministro das Finanças – Vítor Gaspar
Ministro da Economia – Álvaro Santos Pereira
Ministro dos Negócios Estrangeiros – Paulo Portas
Ministra da Justiça – Paula Teixeira da Cruz
Ministro da Administração Interna – Miguel Macedo
Ministro dos Assuntos Parlamentares, Autarquias e Desporto – Miguel Relvas
Ministro da Educação e Ensino Superior – Nuno Crato
Ministro da Segurança Social – Pedro Mota Soares
Ministra da Agricultura, Ambiente e Território – Assunção Cristas
Ministro da Saúde – Paulo Macedo
Ministro da Defesa – Aguiar-Branco
"De Braços Abertos" é o tema que celebra a nova assinatura da TAP. A Portuguesa Mariza, o Angolano Paulo Flores e a Brasileira Roberta Sá juntam-se para dar voz à música que se assume como um "hino" à união das culturas lusófonas. A estes artistas juntaram-se, em coro, alguns trabalhadores da TAP. "De Braços Abertos" ilustra a proximidade e complementaridade entre estes três povos, que partilham língua, cultura e história. // "With Arms Wide Open" is the theme that celebrates TAP's new signature. The Portuguese Mariza, the Angolan Paulo Flores and the Brazilian Roberta Sá get together to give voice to this song, that is as an "anthem" to the union of the Lusophone cultures. These artists were joined in the choir by some of TAP's employees. "With Arms Wide Open" illustrates the proximity and complementarity between these three people, who share language, culture and history.
Letra de João Santos, Diogo Clemente e Paulo Flores.
Música de João Santos e Diogo Clemente
Judite de Sousa classificou a semana de importante e convidou Passos Coelho provocando-o logo desde o início com a pergunta que anda na cabeça de muitos "O PSD anda com medo de fazer cair o Governo?" Mesmo antes de poder concluir o início de um raciocínio já estava encaixada a aprovação do anterior orçamento. Pedro Passos Coelho, ágil e calmamente explicou que se absteve para que o Governo pudesse melhorar aquilo que piorou e que esta altura não é altura de tirar o tapete a quem ainda vai em dois meses de execução orçamental. As metas são a redução do deficit para 4,6% e reformas estruturais que reflictam os sacrifícios que todos nós estamos a tomar por uma dívida e um deficit rosas. Não é altura de ajuste de contas, mas sim, pelo bem do país de ver acontecer a consequência de tanto esforço nacional por um bem maior. Para mim isto é claro. Existirá, como disse Pedro Passos Coelho, aqueles que considerarão apenas o cenário em que se gosta do Governo ou se quer o Governo fora de São Bento. Não é assim que aquele pensa; não há vingança. Não há o ódio. Não há a vontade de linchar que infelizmente manchou a Política da Verdade e nos levou aos resultados que todos sabemos. Momentos difíceis pedem decisões difíceis, e acima de tudo a serenidade e capacidade de pensar para lá do cenário actual pesando todas as variáveis e considerando o objectivo final.
E qual é este objectivo? Destruir José Sócrates? Dizimar o PS? Acabar com a Esquerda? Ou ser o verdadeiro rumo para Portugal? A verdadeira e fiável alternativa? O tangível no horizonte? É interessante ver quem dizia que se deveria desde já aproveitar a boleia de um partidozeco. Ver o estado e reboliço, os comentários e as análises, as ilações e os factos políticos. A sabotagem anda aí... A Verdade já era e o interesse Nacional fica num segundo plano quando o que interessa é manter o que sempre foi. Já muito falei do status-quo para voltar a falar nele neste momento.
Sinceramente não entendo quais são as dúvidas perante os esclarecimentos contínuos por parte deste PSD calmo, sereno, consequente, sério e de olhos postos no futuro. Só de má vontade ou de anticorpos totalmente em modo de guerra é que não se tenta sequer compreender e rebater positivamente.
Há 8 meses que o PSD prepara o seu programa de Governo. É um trabalho interno. As pessoas estão preparadas. Não será Pedro Passos Coelho hoje e agora quem escolherá a data do fim deste Governo. O futuro será o futuro. E entre hoje e o futuro, ficou claro que o "Governo tem de se despachar", "não basta reduzir o défice", é "preciso pôr em cima da mesa as reformas que se vão fazer", em todas as políticas públicas, incluindo "no Estado social". Foram dadas condições ao Governo para o fazer. Fomos acusados de tangar. A minha opinião foi pública quanto a isso. Agora é tempo de esperar. Para ver. E esperar para ver acontecer.
A estabilidade não depende nem dos partidozecos nem da oposição. Depende tão somente do Governo, do PS e de José Sócrates.
José Sócrates quer ser Kalimero. E está a conseguir como se pode ver plos últimos números de sondagem, mas não o será com a ajuda do PSD que não lhe dará palco para tal.
O "negócio" do PSD não é ajuste de contas. É governar Portugal para um futuro de estabilidade e prosperidade.
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