Segunda-feira, 24 de Julho de 2006
É uma forma de activar o cérebro e evitar o sono.
Ao bocejar, o segundo e o terceiro ramo do nervo trigémeo (um dos nervos da face) são activados, estimulando o cérebro. O mesmo efeito pode ser obtido mascando pastilha elástica.
O único mistério é o factor «epidémico» do bocejo — ninguém sabe porque é que as pessoas bocejam quando vêem outras a bocejar!
in http://www.ajc.pt/cienciaj/n25/vsaude.php
música: people+arts
Urbanamente:: 
gozão
Sábado, 22 de Julho de 2006
Coisas acontecem,
pessoas acordam pra vida
pessoas mudam
corações destroçados
corações reconfortados
amigos divertem-se
pessoas morrem
crianças nascem
guerras são travadas
doentes são curados
missas são celebradas
casais fazem amor
cientistas fazem descobertas
astronautas orbitam a terra
alguém sai de uma festa
uma criança sorri
outra chora.
Tudo num minuto...
meu Deus, como serão os próximos?
.....
Urbanamente:: ok ;)
música: filme que passa na sic
Sexta-feira, 21 de Julho de 2006
19 de Fevereiro a 20 de Março
O 12º signo do Zodíaco
Elemento: Água, Mutável
Planeta Regente: Neptuno
Príncipio: Passivo
Parte do corpo: Pés
Estação do ano: Fim do Inverno no hemisfério norte
Incensos: Alfazema
Pedras: Jade
Dia: Quinta
Metal: Estanho
Côr: Verde
Personalidade do Peixes: "Deixem-me ajudar-vos"
O símbolo do Peixes é constituído por dois peixes, um para a alma e outro para a personalidade. Nadam na direcção oposta. Os Peixes sentem que ambos sobem corrente acima. São problemáticos. Más línguas ou mau tempo podem deixá-los deprimidos por várias semanas. Os Peixes não esperam muito da vida, sabem que estão destinados a chegarem em último lugar. Acreditam que o merecem, porque devem ter feito algo de errado. São mártires e santos. Preocupam-se demasiado com os problemas dos outros . Farão qualquer coisa para nos ajudar, mas não sabem como se ajudarem a si próprios. Possuem demasiado auto piedade . Precisam de tempo para si próprios para reunirem energias. Os Peixes adoram poesia, arte, coisas místicas e acreditam em magia.
AMIZADE
Nunca se esquecem dos nossos aniversários, ouvem as nossas histórias de amor, quando mais ninguém as quer ouvir. Levam-nos ao médico e não saem do nosso lado enquanto arrancamos um dente. Os Peixes vivem para ajudar os outros, portanto não se aproveitem destas almas caridosas, porque é muito fácil fazê-lo. Estão sempre connosco quando mais precisamos, e os amigos são para toda a vida. Nunca nos magoarão.
AMOR
Sonham que existe algures uma alma gémea, que adorarão os seus gestos adoráveis, poemas de amor e rosas. Essa pessoa não se importa de estar num pedestal, enquanto o Peixes o olha através de vidros cor-de-rosa. Adoram estar enamorados. Oferecem prendas simplesmente porque é Segunda-Feira, e apreciam pequenas coisas como recompensa. Querem manter velhos amantes como amigos para sempre. Sabem que eventualmente eles saberão o bom amor que tiveram.
música: sic mulher
Urbanamente:: acabado d'acordar
Quinta-feira, 20 de Julho de 2006
"
Desejar sem querer concretizar
Paixão sem querer beijar
Sorriso ao lembrar
Sentir ao estar
Saudade na partida
O que é?
"
:P
música: Utada Hikaru - Sanctuary
Urbanamente:: 
hidroginasticado
Quarta-feira, 19 de Julho de 2006
Não existe maior viagem que a da descoberta!
A descoberta de nós próprios, de quem somos o que somos, o que fomos e o que seremos...
Viagem atribulada, demorada e complicada. Muitas escalas, umas melhores, outras piores outras devastadoras...
Mas muito reconfortante. Seja qual for o resultado será sempre a verdade!
E nada melhor que sabermos quem fomos, quem somos para ajudar a perceber para onde vamos!
;))))
Urbanamente:: iluminado!
música: ...
Terça-feira, 18 de Julho de 2006
Horrível o calor que incomoda e não deixa dormir como deve de ser...
Que seca de tempo... nunca mais é Natal...
Urbanamente:: 
mole
música: it's hot
Sábado, 15 de Julho de 2006
José Sócrates inaugurou hoje um troço de uma auto-estrada A24 que estará pronta em 2007.
POR AMOR DE DEUS
"Fez-se justiça com Trás-os-Montes" - José Sócrates
Ao menos é um um troço único no país. Um troço verde, que até uma ponte tem; a chamada ponte verde, para animais (lobos, javalis e corços (?))....
"É uma média engraçada" - diz o senhor do ICN acerca do número de passagens subterraneas para os bichos...
...
Urbanamente:: 
:P
música: jornal da tarde @ sic

- Professor Catedrático da Universidade Católica Portuguesa.
- Licenciado em Economia pela Universidade Técnica de Lisboa (1964).
- Ph.D. em Economia pela Universidade de York, Inglaterra (1973).
- Doutor “Honoris Causa” pelas Universidade de York (1993) e da Coruña (1996).
- Primeiro-Ministro de Portugal de Novembro de 1985 a Novembro de 1995.
- Ministro das Finanças e do Plano (1980).
- Presidente do Conselho Nacional do Plano (1981-1984).
- Presidente do Partido Social Democrata de Maio de 1985 a Fevereiro de 1995.
- Investigador da Fundação Calouste Gulbenkian (1966-1977).
- Professor do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (1966- 1978) e da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (1978- 2001).
- Director do Departamento de Estatísticas e Estudos Económicos do Banco de Portugal (1977-1985).
- Consultor do Banco de Portugal (1996-2004).
- Director da revista “Economia” da Universidade Católica Portuguesa (1977- 1985)
- Prémio “Joseph Bech” (1991) pela contribuição para a construção europeia; "Freedom Prize" da Fundação Schmidheiny ( 1995) pela acção como político e economista; Prémio “Carl Bertelsmann” da Fundação Bertelsmann (1995) pelos resultados conseguidos por Portugal no combate ao desemprego.
- Membro da Sociedade Científica da Universidade Católica Portuguesa e do Instituto Internacional de Finanças Públicas.
- Membro da Real Academia de Ciências Morais e Políticas, Espanha.
- Membro do Clube de Madrid para a Transição e Consolidação Democrática, e da "Global Leadership Foundation".
- Autor de vários livros (“Economic Effects of Public Debt”, “Finanças Públicas e Política Macroeconómica”, “As Reformas da Década”, “Portugal e a Moeda Única”, “União Monetária Europeia”, “Autobiografia Política”, entre outros) e numerosos artigos nos domínios da economia, finanças, relações internacionais e políticas.
- Eleito Presidente da República Portuguesa em 22.01.06.
música: A Portuguesa
Urbanamente:: 
Feliz
Sexta-feira, 14 de Julho de 2006
Para os Namorados, Os ainda não namorados, para os Casados, Os ainda não Casados e para todos aqueles que pensam e sonham com o amor. Os Gandas machos ( ou machinhos ) podem dispensar a leitura...
ELOGIO AO AMOR
Quero fazer o elogio do amor puro.
Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade.
Já ninguém quer viver um amor impossível.
Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.
Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado.
Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa.
Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".
O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.
Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem.
A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática.
O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.
Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona?
Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha.
Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores.
O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor.
É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor.
A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.
- Miguel Esteves Cardoso
Urbanamente:: 
desperto!
música: buddha-bar viii
Quinta-feira, 13 de Julho de 2006
É o meu novo herói !
Este senhor conseguiu uma condenação da CP em tribunal a seu favor; havia sido roubado num comboio da CP com um revisor como testemunha.
A CP terá de lhe ressarcir no valor de 600 euros!
A Justiça é de facto lenta, mas neste caso mais que justa!
Uma das piores coisas neste país é falta de responsabilização e o deixa andar...
Pode ser que agora muita gente pense duas vezes antes de, "oh, deixa andar, não vou conseguir nada mesmo..."
Bem haja Senhor Adriano
Parabéns Justitia
música: ...
Urbanamente:: ...